24 maio, 2010

Campanha para enviar remédios para o Haiti - Ajude, divulgue.

O pastor Mário Freitas e o M.A.I.S. (Missão de Apoio à Igreja Sofredora) estão enviando uma equipe médica para a região de Bainet, Sudoeste do Haiti, uma região pobre e remota que foi bastante afetada pelo terremoto. Eles esperam conseguir medicamentos através de doações.


O Missionário e Blogueiro Leonardo Gonçalves, editor do Púlpito Cristão, juntamente com o pastor e também Blogueiro Renato Vargens, iniciaram uma campanha na internet para ajudar o M.A.I.S. nesta missão, que eu reproduzo e participo também. Segue abaixo o texto do Pastor Mário, um dos responsáveis pelo projeto:




Entre 15 e 22 de Junho, a missão M.A.I.S. terá uma equipe médica na região de Bainet, Sudoeste do Haiti. A região, pobre e remota, foi bastante afetada pelo terremoto. Na clínica médica, nos utilizaremos de medicamentos que buscamos conseguir através de doações. Ajude-nos nessa luta!

Para falar diretamente conosco, utilize o telefone (31) 9399-2020 (Jônatas Portugal) ou o e-mail maisnomundo@gmail.com.

LISTA DOS MEDICAMENTOS NECESSÁRIOS

Metronidazol 500mg cp

Mebendazol 100mg cp – 100mg/5ml solução oral

Dipirona solução

Cetoprofeno cp – solução

Ibuprofeno cp – solução

Omeprazol/pantoprazol 20mg

Benzoato de Benzila sabonete/solução

Antihipertensivos: atenolol, captopril, enalapril, losartan, metoprolol, hidroclorotiazida.

Nistatina – óvulo, creme

Miconazol – creme

Cetoconazol – creme

Dexametason – pomada

Betametason – pomada

Dexclorfeniramina 2mg cp – 2mg/5ml solução

Descongex solução pediátrica

Soro de reidratação oral

Penicilina benzatina ampola

Amoxicilina 500mg cp

Floratil

Paracetamol cp

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Fonte: blog do M.A.I.S.



21 maio, 2010

Parar, calcular e adorar

Por Ruy Cavalcante

Quem me conhece sabe que sempre bato de frente com a música cristã, especialmente aquela tocada em nossos púlpitos, durante o culto. Não à toa criei recentemente o Blog Intervalo Cristão – Análise de músicas, para levar alguns a refletir sobre a letra das músicas que consideramos “de Deus” sem sequer meditar no que elas proclamam.

Especificamente, gostaria de expor minha visão em relação ao tipo de música que deveria ser utilizada durante o “período de louvor” dos cultos. Não pretendo me aprofundar historicamente nem tampouco teologicamente no assunto, mas apenas deixar minhas ponderações de forma resumida.

Primeiro de tudo: música de adoração não é música lenta cujo compositor é cristão. Música de adoração é música que traz, em sua letra, o “louvor dos lábios”, ou seja, que recita frases e conceitos de adoração (com embasamento bíblico, claro). Não abro mão do que está entre parênteses. Portanto a música pode ser agitada, moderada ou lenta, sem perder a essência da expressão de adoração.

Segundo: em relação ao culto, a própria palavra determina como deve transcorrer. Cultuar significa “prestar culto, homenagem e, no nosso caso, adoração a Deus”. Considerando que a maioria das igrejas realizam 4 (quatro) cultos semanais, cada um durando no máximo 2 (duas) horas, temos um total de 8 horas semanais para adorar a Deus em comunhão com os irmãos. Considerando ainda que metade desse tempo é gasto com a pregação e aproximadamente 10 minutos com outros elementos litúrgicos, restam poucos mais de 3 (três) horas e meia semanais para a adoração de fato.

Se a semana possui 168 (cento e sessenta e oito) horas e utilizamos apenas 3 (três) horas e meia desse tempo em adoração com os irmãos, ainda querem utilizar esse pouco tempo para tocar músicas direcionadas ao ser humano e não a Deus? Sinceramente, eu não consigo entender.

Temos a semana inteira para sermos abençoados por Deus e, nas poucas horas que separamos para adorá-lo em comunhão, não o fazemos, antes pedimos, determinamos e esperneamos querendo mais, mais, muito mais. Não precisamos disso para ser abençoados:

Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois aos seus amados Ele o dá enquanto dormem”. (Salmos 127:2)
Precisamos esquecer um pouco de nós mesmos e adorar mais a Deus, servir mais, se humilhar mais, pois o mundo não gira ao nosso redor.

Se não conseguimos abrir mão sequer de alguns momentos do culto para direcionarmos nossa atenção única e exclusivamente para Deus, sem buscar nada em troca, a quem queremos convencer de que Ele é prioridade absoluta em nossa vida?

Pense nisso. Faça essa simples conta em sua igreja, não dói nada, e antes de tudo, adore, não somente de lábios, mas com sua vida, permitindo que o que seus lábios proclamam reflita-se em sua conduta diária.



14 maio, 2010

Manual do usuário cristão

Por Ruy Cavalcante

Uma frase que ouço bastante no meio evangélico é: A Bíblia é o nosso manual de prática e fé.

Porém, quando olho para a prática e para a fé dos cristãos à minha volta, e por vezes para a minha mesmo, isso não parece ser algo tão absoluto assim.

É incrível como temos dificuldade de aceitar aquilo que é bíblico, como perdoar as ofensas todas as vezes que elas ocorrerem, merecendo o ofensor ou não, como buscar servir e não ser servido, como cultuar a Deus diligentemente sem buscar um retorno material por isso ou como pregar apenas o Evangelho de Cristo, sem “agrotóxicos”.

Em contrapartida, como é fácil seguirmos doutrinas e ensinos extra-bíblicos. Dúvida?

Então procura na bíblia expressões como: “Ato profético”, “palavra profética”, “determine a cura”, “tome posse da benção”, “Não deixe o diabo roubar a tua benção”, “Crente não conhece derrota”, dentre outras expressões oriundas da confissão positiva.

E as práticas então? O que falar da quantidade de simbolismos presentes em nossos cultos? É um sabonete da benção aqui, uma porta da prosperidade ali, um shofar para chamar o espírito acolá.

Temos ainda a unção dos seres viventes que nos faz imitar animais em pleno púlpito, unção do riso para darmos gargalhadas desprovidas de função, unções financeiras para todos os bolsos, além de eventos e shows gospel regados a altos cachês e muita lambada.

É meus irmãos, não basta vociferar palavras de ordem. A bíblia só será o seu “manual” de prática e fé, quando suas práticas e sua fé estiverem fundamentadas unicamente nas palavras de Cristo e na doutrina dos apóstolos.

Nesse sentido a Bíblia é bem clara:

Estou admirado de que tão depressa estejais desertando daquele que vos chamou na graça de Cristo, para outro evangelho, o qual não é outro; senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos pregasse outro evangelho além do que já vos pregamos, seja anátema. Como antes temos dito, assim agora novamente o digo: Se alguém vos pregar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema”. (Gálatas 1:6-9)

Literalmente Paulo ensina que qualquer ensino fora do contexto bíblico, seja ele dado por apóstolos ou mesmo por anjos, deve ser considerado maldito. Considerando o (mau) exemplo de Saul, quando poupou a vida do rei Agague (1 Samuel 15), e foi considerado anátema, percebemos que o valor desse texto é imenso, uma vez que engloba até mesmo práticas inofensivas, consideradas corretas em outras situações.

Para fins de esclarecimento utilizarei um exemplo simplório:

Se um anjo descer dos céus e nos informar que Deus mandou seus servos mascarem chicletes todos os dias, logo ao amanhecer, isto deve ser considerado maldito, mesmo que o fato de mascar chicletes não seja em si um ato pecaminoso ou herético. Foi isso o que aconteceu com Saul, quando poupou a vida do rei, mesmo sendo aquele ato algo considerado honroso, não fosse o fato de Deus haver determinado o contrário.

Espero ter sido claro o suficiente. Deus abençoe a todos nós e nos ensine a praticar somente aquilo que Ele nos ensinou, considerando anátema quaisquer doutrinas humanas, mesmo quando possuirem aparência espiritual.



11 maio, 2010

Lançamento do Blog Intervalo Cristão - Análise de músicas



Olá irmãos e irmãs, colegas, amigos e desconhecidos freqüentadores do Blog Intervalo Cristão. A partir de agora já está disponível um novo Blog editado por mim, Ruy Cavalcante. Trata-se na verdade de um apêndice do Intervalo Cristão, direcionado para a análise de músicas Cristãs.

Neste novo Blog estarei desenvolvendo exames das letras de músicas tocadas e cantadas em nossos púlpitos, tendo como base para tal análise a Palavra de Deus.

O nome escolhido foi “Intervalo Cristão – Análise de músicas” e seguirá a mesma linha apologética do blog original, sempre com o único intuito de zelar pela Palavra imutável de nosso Senhor Jesus Cristo, fazendo uma defesa da fé genuinamente Bíblica.

Convido cada um de vocês a participarem deste singelo projeto, indicando músicas e comentando as análises, para que todos possamos crescer em sabedoria e para que possamos viver um fé cristã pura.

Para acessá-lo basta clicar na aba "análise de músicas" no menu superior do Blog, ou acessar o endereço http://intervalocristaosom.blogspot.com/

Ruy Cavalcante



10 maio, 2010

Que Jesus que nada, basta pensar positivo...

Por Ruy Cavalcante

A origem da confissão positiva remonta ao gnosticismo, cujos adeptos alegavam possuir segredos da sabedoria (não a toa um dos livros mais proclamados este ano, para seus seguidores ser as “1001 chaves de sabedoria” de Mike Murdock), dentre elas, a separação de Deus da matéria, por esta ser maligna. Eles negavam ainda o sofrimento de Cristo e sua real encarnação.

Esta heresia (confissão positiva), apesar se originar-se no gnosticismo, encontra grande influência especialmente no que conhecemos por “ciência cristã”, filosofia que, ao contrário do que se pensa, não possui ascendência evangélica, tampouco encontra bases bíblicas para suas doutrinas. Os adeptos desta seita utilizam-se do pensamento positivo para obter vitórias nas mais diversas áreas, especialmente nas curas físicas.

A ciência cristã nasce com a Sra. Mary Baker Eddy em 1862, quando, após ter contato com os pensamentos de um médico que acreditava que as doenças poderiam ser curadas com uma reeducação mental, tomando posse de uma cura até então inexistente, experimenta a cura de um traumatismo na coluna sem o auxílio de remédios, passando a difundir estes pensamentos e se estabelece definitivamente quando ela, em 1879, dá início à “Igreja do Cristo Cientista”.

Porém, ninguém divulgou mais estas heresias do que o Sr. Kenneth Hagin, famoso pregador e pastor americano, autor de diversos Best Sellers, especialmente valorizados aqui em terras tupiniquins. Como a maioria dos falsos mestres, este Senhor afirmar ter recebido um “visitação” do próprio Jesus, onde entre outras coisas, lhe foi revelado que antes de receber uma cura, é preciso confessar firmemente, determinando que ela ocorrerá, só então a cura virá.

Outros grandes divulgadores destas doutrinas são: Oral Roberts, T. L. Osborn, Benny Hinn, Morris Cerullo (o mesmo da unção dos R$ 900,00 anunciado no programa de Silas Malafaia). Paul Crouch, dentre outros. No Brasil destacam-se como seus adeptos: R. R. Soares (Que afirmou em seu livro “O direito de desfrutar saúde, p. 11”, a seguinte blasfêmia:

“Usar a frase ‘se for da Tua vontade’ em oração pode parecer espiritual e demonstrar atitude piedosa de quem é submisso à vontade do Senhor, mas além de não adiantar nada, destrói a própria oração”.

Outros nomes são: Valnice Milhomens (que anunciou a volta de cristo para 2007), Jorge Tadeu, Edir Macedo, Jerônimo Onofre da Silveira, os adeptos do movimento G-12, dentro outros.

Fora do âmbito evangélico, encontramos fortes e definitivos traços desta heresia, especialmente no Best Seller “O segredo” de Rhonda Byrne, que vendeu milhões de exemplares no mundo inteiro, utilizando em grande escala os conceitos de confissão positiva para a solução de quaisquer problemas.

Posto isso, percebemos que a confissão positiva está impregnada na liturgia e no cotidiano evangélico e parece ser um caminho sem volta. Tomara eu estar errado e isso mude...

Nossas músicas alardeiam fortemente estes ensinos. Músicas como “Reinar em vida”, “Eu vou viver uma virada” e “Dar a volta por cima”, ambos interpretados pelo grupo Toque no Altar, são exemplos claros disso.

Nossos púlpitos também estão completamente contaminados com este discurso delirante. Frases como “determine a benção”, “traga o milagre à existência”, “profetize para seu irmão (ou para você mesmo)” estão absolutamente fora de sintonia com a Palavra de Deus e refletem apenas a influência que a igreja contemporânea tem sofrido a partir dos conceitos da confissão positiva.

Para encerrar este esboço, veja você mesmo o que a Bíblia tem a falar a respeito deste tema:


“E agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã iremos a tal cidade, lá passaremos um ano, negociaremos e ganharemos. No entanto, não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois um vapor que aparece por um pouco, e logo se desvanece. Em lugar disso, devíeis dizer: Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo. Mas agora vos jactais das vossas presunções; toda jactância tal como esta é maligna.” (Tiago 4:13-16)

Quando o profeta falar em nome do Senhor e tal palavra não se cumprir, nem suceder assim, esta é a palavra que o Senhor não falou; com presunção a falou o profeta; não o temerás.” (Deuteronômio 18:22)

“Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu.” (Mateus 6:10)

E aquele que esquadrinha os corações sabe qual é a intenção do Espírito: que ele, segundo a vontade de Deus, intercede pelos santos.” (Romanos 8:27)

Em tudo dai graças; porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.” (I Tessalonicenses 5:18)

Portanto, tem misericórdia de quem quer, e a quem quer endurece. Dir-me-ás então. Por que se queixa ele ainda? Pois, quem resiste à sua vontade? Mas, ó homem, quem és tu, que a Deus replicas? Porventura a coisa formada dirá ao que a formou: Por que me fizeste assim? Ou não tem o oleiro poder sobre o barro, para da mesma massa fazer um vaso para uso honroso e outro para uso desonroso?” (Romanos 9:18-21)

Muitos outros textos falam desse assunto, mas acredito que os aqui expostos sejam suficientes. Portanto, os nossos desejos e pedidos devem ser submetidos à vontade soberana de Deus, pois somente a Palavra dEle tem poder para realizar o impossível, qualquer conceito fora disso é extra-bíblico e deve ser rechaçado por todos nós.

OBS.: Este texto trata-se apenas de um esboço sobre o assunto. Para se aprofundar neste tema, recomendo a leitura das fontes e estudos a seguir:

HAGIN, Kenneth E. A autoridade do crente. Rio de Janeiro: Graça Editorial, S/D.

ROMEIRO, Paulo. SuperCrentes: O Evangelho segundo Kenneth Hagin, Valnice Milhomens e os profetas da prosperidade. São Paulo: Mundo Cristão, 1993.

_______ Evangélicos em crise: Decadência doutrinária na Igreja Brasileira. São Paulo: Mundo Cristão, 1995.
 MACEDO, Edir Bezerra. A Libertação da Teologia. Rio de Janeiro: Editora Gráfica Universal, 1997.

SOARES. R. R. O direito de desfrutar saúde. Rio de Janeiro: Graça Editorial, s.d. (Coleção Graça de Deus).

http://solascriptura-tt.org/Seitas/Pentecostalismo/DesviosDoutrinariosConfissaoPositiva-AirtonEC.htm

http://www.igrejasementedavida.com.br/docs/heresiasnasigrejas/aula20.html

http://www.igrejasementedavida.com.br/docs/heresiasnasigrejas/aula21.html

http://www.igrejasementedavida.com.br/docs/heresiasnasigrejas/aula22.html

http://www.igrejasementedavida.com.br/docs/heresiasnasigrejas/aula23.html

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Fonte da imagem: http://bereianos.blogspot.com/2009/05/confissao-positiva-luz-da-biblia.html



06 maio, 2010

O Deus desconhecido

Alan Brizotti

Conta-se que um rabino passou a manhã inteira em fervente oração pedindo ao Eterno que revelasse seu verdadeiro nome. Por volta do meio-dia, o Eterno decidiu revelar ao insistente rabino seu verdadeiro nome, então o mestre passou o restante do dia e a noite inteira em desesperada oração: "Ó Eterno, por favor, faça-me esquecer teu verdadeiro nome!"

Tenho a sensação de que a gritante maioria das pessoas que frequentam os templos evangélicos não faz ideia de quem é Deus, do que seja uma teologia, do que é essa tal "presença de Deus". A fraseologia do que se canta nas igrejas revela o nível terminal em que se encontra a mentalidade evangélica brasileira.

Nessa igreja da banalização, temas como: pecado, cruz, salvação, santidade, louvor, são misturados na salada da autoajuda espiritualizada, no caldeirão místico dos que perderam o foco. Troca-se conversão por adesão a um sistema religioso de facilidades e bobagens tatuadas de sagrado. Trocam-se púlpitos por palcos, onde palhaços de uma espiritualidade circense demonstram seus "talentos"de Silvio Santos da mesmice religiosa.

Cantar com a mãozinha no coração fazendo cara de santo e beicinho choroso passou a ser a coreografia mais repetida, a configuração traumática dos herdeiros das Anas Paulas Valadões da vida (não estou dizendo que ela esteja errada, mas que a experiência pessoal dela, não pode ser normativa, doutrinária, paradigmática).

Dia desses ouvi a seguinte frase num "louvor": "Estamos desesperados pela tua presença, ó Deus". Esse desespero incrivelmente desaparece nas manhãs de domingo, nas Escolas Dominicais. Some nas noites das verdadeiras vigílias (aquelas onde a oração tem lugar principal). Esse desespero simplesmente inexiste nos cultos de ensino. Os desesperados estão apenas nas carnavalizações folclóricas da fé, nas micaretas teológicas, nessa espiritualidade "baiana" das Ivetes de Gizuz.

Cansei. Prefiro os "retrógrados" hinos da Harpa Cristã e dos Hinários. Prefiro o silêncio. Essa irrtante mania de uma espiritualidade da birra existencial perdeu o rumo, a identidade e o propósito.

"Há mais restauradora alegria em cinco minutos de adoração do que em cinco noites de folia".
A. W. Tozer

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Minha opinião:

O "deus" da geração gospel é realmente meio, digamos, diferente do Deus que me foi apresentado 11 anos atrás. Este era simples, amava o ser humano e não lhe pedia dinheiro para abençoa-lo, era simples como o Evangelho de Cristo também o é, sem nenhuma "extravagância".

Porém, hoje em dia, outro "deus" tem sido anunciado. Um deus "emo", reclamão, apaixonado por "sementes financeiras", que nos faz imitar animais e que cobra para ser adorado.

Reconheço que postagens como estas não são muito populares, mas de um deus emo eu quero distância. Prefiro o Deus criador e salvador, que me ama mesmo quando eu não tenho nada para oferecer em troca desse amor. É esse Deus que será sempre apresentado neste Blog, em minhas aulas, em minhas rodas de conversas. Quem não gostar que fique com seu deus reclamão, que faz beicinho quando alguém não deposita seus pertences aos "pés dos apóstolos".

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Postado originalmente em: http://www.genizahvirtual.com/2010/05/um-deus-desconhecido-mas-limpinho.html com o título "Um "deus" desconhecido, mas limpinho..."

Fonte da imagem: http://grimoiredomago.blogspot.com